terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Pedra bruta



Meu estômago eclode borbulhas de sofrimento.
Estou condenada a uma guerra desleal,
Travada pelas enzimas da angústia atreladas à azia da exaustão.

Meu corpo pulsa atormentado pela desilusão,
Atolado pela lama da indiferença humana.
Estou apática, imobilizada pelo suco gástrico da minha própria frivolidade.

Estou ferida.
Virei pedra bruta.
Virei o nada.
Virei um bustiê velho e podre.

2 comentários:

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga.

Meu desejo para os que habitam
o meu coração,
é um mergulho no tempo,
onde cada dia,
é um dia de ano novo,
e cada sonho,
uma senha a ser descoberta,
nesta caminhada rumo a alegria.

Muito obrigado por sua amizade.
Que sejamos e façamos felizes a cada dia.

ALUÍSIO CAVALCANTE JR.

Astréia e Narciso disse...

Nós é que agradecemos o seu carinho e amizade. Você é sempre bem vindo.

Astréia :)