Golpe



Arrastado, o a apareceu.
Melancólico, o m se moveu.
Obnubilado, o o sorriu.
Resignado, o r surgiu.
Golpeado de todas as formas,
descabelado ao raiar do dia,
o amor deveria constar
despoetizado na poesia.

Eu amei



Ei vi o amor.
Aquele que os poetas professam sem pudor,
e os amantes vivenciam sem medo.

Eu vi o amor.
Em cada palavra escrita,
em cada imagem escolhida.

Eu vi o amor.
No toque suave do beijo,
na pureza dos sentimentos.

Eu vi o amor.
Nos pequenos detalhes,
nos gestos, na observação sentida.

Eu vi o amor.
Na simplicidade dos atos,
na timidez refletida.

Eu vi o amor.
E de tanto vê-lo,
Eu amei!

,

Eu vi você





Ah, quando pensei que não havia o que esperar
Aconteceu
Quando julguei que o marasmo era meu lar
Apareceu
A luz do seu olhar
Ah, meu niilismo já perdia seu porquê
E assim meu pessimismo começava a esmaecer
Inocência
De amar sem fim
Transfigurado
Pela visão me entreguei
Eu vi você
E amei você
Até o amanhecer
Me reclinei
E repousei
No seu peito nu.

7 anos






Há 7 anos uma história linda começou. Um momento mágico, sublime, único.
Foram passos dados juntos em uma mesma direção, com ele o desejo de se reinventar e descobrir olhares, sorrisos, encantos, desejos poéticos encontrados nas PALAVRAS e nos DEVANEIOS.
Sete anos de blog...
Que nunca nos falte inspiração e se acaso aconteça, possamos clamar aos céus um traço de luz, um pouco de cruz, um tanto de sentimento que nos conduz.  Sempre no caminho do AMOR e da POESIA.
Obrigado a todos que passaram e passam por aqui, sejam bem-vindos e voltem sempre!